Beyoncé está no comando. Há uma década. A texana de 28 anos, considerada a maior cantora pop do momento, cumpre o que canta. E o que canta representa um novo poder feminino, em forma de música pop.
Ela faz parte de uma linhagem de estrelas musicais que desafia o domínio masculino, de Tina Turner a Lady GaGa, passando por Madonna. No auge da carreira, Beyoncé chegou ao Brasil para mostrar do que a mulher da primeira década dos anos 2000 pode ? e deve ? ser capaz.
Beyoncé sabe usar, como poucos artistas, os recursos multimídias. O telão widescreen de última geração ? nem nos mais recentes grandes shows de rock se viu imagem de tão perfeita qualidade ? reforça e dá novos sentidos a suas letras. Beyoncé se despediu sacudindo uma bandeira brasileira entregue por um fã e cantando ?Halo?, em homenagem a Michael Jackson. ?Brasil, Brasil, eu posso sentir sua aura?, afirmou.
Mesmo tendo feito sucesso numa época em que a pirataria atingiu duramente o mercado fonográfico, de acordo com sua gravadora, a Sony, Beyoncé já superou a marca dos 100 milhões de álbuns vendidos, desde os tempos do grupo Destiny?s Child. No ano passado, a revista de negócios americana Forbes a colocou no alto da lista das celebridades mais bem pagas antes dos 30 anos: só entre 2008 e 2009, Beyoncé arrecadou US$ 87 milhões.
Junto a Jay-Z, somou US$ 122 milhões no mesmo período, o que os torna o casal mais bem-sucedido de Hollywood atualmente. Deixa (bem) para trás Brad Pitt e Angelina Jolie, com ?humildes? US$ 55 milhões.