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?A expansão da cana de açúcar ocorrerá na região sul-central, a qual já tem uma infraestrutura logística para escoar tanto a produção de açúcar como do etanol.Na região, a maior expansão desse cultivo será concentrada nos estados de Goias e Mato Grosso do Sul,? afirma o documento. O estudo também revela que nesses dois estados, não haverá necessidade da cana se expandir sobre áreas de vegetação nativa, mesmo se houvesse uma explosão na demanda global por etanol. ?Há suficientes áreas de pastagens para absorver a expansão agrícola projetada nessas regiões,? diz o WWF. Superando os malentendidos De acordo com Luiz Fernando do Amaral, assessor ambiental da Associação Brasileira da Industria Canavieira (UNICA), o estudo do WWF reconhece os esforços da indústria para desmistificar conceitos errados e mal entendidos ainda enraizados pelo público e pele mídia. ?A produção de etanol poderá aumentar sem desmatamento, mesmo considerando um grande aumento na demanda,? diz Amaral. Amaral afirma que áreas de pastagens degradadas tem níveis de sequestro de carbono mais baixos do que os plantios de cana de açúcar. Em termos de redução de gases causadores do efeito estufa, a conversão de cana de açúcar resulta em um aproveitamento melhor para o etanol produzido nas áreas de pastagem degradadas. Para baixar o relatório completo do WWF Brazil (Português), clique aqui. Para baixar somente o sumário executivo do WWF (Português), clique aqui.
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